quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Muda (não) Brasil


Certa vez escrevi que o Brasil havia perdido uma grande oportunidade de se transformar, de fato, em uma grande nação, em função do (des)governo na época ter optado em manter o país no mais absoluto atraso.

Mesmo com a perspectiva de queda daquele (des)governo (golpe ou não), nunca acreditei que as coisas iriam melhorar. Afinal, os que assumiriam (e assumiram) o poder já eram bem conhecidos pelos seus "grandes feitos" e perfis parasitas.

Mas, como no Brasil as coisas tomam proporções inimagináveis, a própria utopia virou por si só utopia.

Refiro-me a querer mais do que um país, mas uma nação, com tudo o que seu povo merece.

A mediocridade e falta de caráter daqueles que legislam somente a seu favor e o comprometimento (indevido) de muitos daqueles que deveriam zelar pelas leis, fazendo-as serem cumpridas, doa a quem doer, os tornam cúmplices de um pacto terrível.

Se perdermos - graças ao antigo (des)governo - a chance de virarmos uma grande nação, agora, o atual (des)governo e seus cúmplices(ops, aliados!) completarão o serviço levando esse país, na melhor das hipóteses, ao século XIX.

Estamos vivendo uma nova fase de transformação no Brasil. Porém, não para transformá-lo em uma grande nação, mas em definitivamente decretar a vontade dos que estão no poder e não abrem mão dele.

Com o argumento da "grande crise" (que é real, infelizmente) justifica-se tudo, inclusive sequer discutir devidamente aquilo que irá interferir na vida de toda a população.

A exceção, é claro, se dá somente a eles próprios. Pagar com o sacrifício do outro é muito fácil, não é mesmo!!!?

Os políticos e empresários que mais ganharam durante todos esses anos, por conta de toda a corrupção desenfreada, continuarão a ganhar suas benesses agora travestidas de "reforma".

Os indicadores demonstram claramente o que a classe política no Brasil produziu ao longo de décadas:

- Corrupção
- Educação de péssima qualidade
- Sistema de saúde precário
- Segurança pública inexistente
- etc, etc, etc...

Em contrapartida, essa mesma classe se transformou em uma casta seleta de ricos e milionários, com privilégios dos mais variados tipos.

...pausa.......

Quis voltar a escrever um pouco da minha indignação com a situação do Brasil, mas já cansei antes mesmo de terminar meu texto. Paro por aqui.

Que Deus tenha misericórdia de nós!








quarta-feira, 11 de março de 2015

15 de Março / 2015 - É preciso mudar



O Brasil perdeu nos últimos anos talvez a maior oportunidade que teve para dar um salto de qualidade e se transformar, de fato, numa grande nação - em todas as esferas. No entanto, a classe política (mas não só ela) quis manter o país no atraso de sempre.

É por isso que eu sou um dos que apoiam as manifestações do próximo dia 15/03. Por outro lado, longe de mim querer a volta de militares ao poder. O que desejo é que se institua uma democracia, de fato, em nosso país. E que todo tipo de injustiça, seja ela qual for, seja punida de acordo com a lei. Que se acabem com todos os privilégios - e não só de políticos.

O "impeachment" pode não ser a solução, mas seria um bom recado aos demais políticos de que os brasileiros estão cansados e não suportam mais tantas promessas sem cumprir, mentiras deslavadas e corrupção desenfreada.

Eu espero que as manifestações durem o tempo que for necessário para fazerem os governantes desse país (federal, estadual e municipal) repensarem seus conceitos e entenderem de uma vez por todas que o povo não suporta mais esse modelo corrupto e retrógrado de governar.

"Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo ao qual escolheu para sua herança". Salmos 33:12

segunda-feira, 2 de março de 2015

Qual é o seu referencial de certo ou errado?



O Brasil precisa ser reescrito. Embora eu seja totalmente a favor da saída do PT, seus aliados e companheiros do poder, nada mudará se quem assumir fizer parte dos demais partidos. Afinal, em sua essência, todos são iguais.....só querem o poder pelo poder. Nada mais!

Porém, mais do que querer que os políticos mudem, a questão é saber se as pessoas, de fato, querem mudar também. Sim, pois muitos que clamam por educação e justiça, por exemplo, estão longe de "darem" educação e agirem com justiça. Seu senso de educação e justiça está diretamente ligado às circunstâncias e, portanto, é relativo aos seus interesses e "vantagens" que podem ou não obter da situação.

Para implementar mudanças é preciso de um novo referencial...e qual será o referencial que nos guiará e nos dirá o que é certo ou errado?

Qual é o seu referencial?
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