segunda-feira, 25 de maio de 2009

Diga não à Religião

A questão que trata este post não é sobre a religião na sua essência, mas sim da religiosidade apresentada por vários grupos religiosos ao longo dos séculos, para atender unicamente aos interesses humanos (seus próprios interesses).

Por que muitas pessoas não crêem em Deus?

É comum encontrarmos pessoas que se dizem totalmente descrentes de tudo aquilo que se relaciona à religião ou com o que é atribuído ao divino.

Muitas delas trocaram de religião em busca da sua “verdade”, geralmente, porque se decepcionaram com o que vivenciaram onde estavam ou pelo que viram (e veem) através dos meios de comunicação.

Um outro grupo de pessoas resolveu juntar o que cada religião tem de “bom”, segundo seus próprios conceitos de bondade, e então declara não ter nenhuma fixa, apesar de acreditar em Deus.

Por fim, tem um outro grupo que simplesmente se declara ateu - que não acredita em Deus e ponto final.

O que as religiões falam sobre Deus?
  • Quem paga vai para o céu - quem paga mais tem mais privilégios;
  • Você precisa ajudar a Deus para que ele possa te ajudar;
  • É preciso fazer algum sacrifício para que ele atenda a um pedido;
  • Se você é “bonzinho” na terra, ele deixará você entrar no céu;
  • Todos os caminhos levam a Deus;
  • Todos somos filhos de Deus;
  • Peque hoje e se penitencie amanhã e pague sua “dívida” com Deus.
  • Etc...
Que deus é esse, por sinal tão medíocre, que precisa de ajuda, cobra para entrar no céu, que exige algo em troca para atender a um pedido e, pior, faz acepção das pessoas?

Em resumo, o deus das religiões é fruto da razão e dos interesses humanos. Basta um mínimo de racionalidade para perceber os absurdos apresentados nos diversos lugares que pregam essa “verdade” totalmente distorcida.

O que chama a atenção, é que muitas pessoas que seguem e concordam com essas doutrinas são consideradas, perante a sociedade, “pessoas esclarecidas”. Por que será que elas não percebem toda essa aberração? A resposta para essa pergunta está na própria Bíblia.

Pode parecer chato para alguns, mas veja o que Jesus Cristo falou a respeito dos religiosos da sua época:
“Mas ai de vós, escribas e *fariseus, hipócritas! Pois fechais aos homens o reino dos céus; e nem vós entrais nem deixais entrar aos que estão entrando”. – Mateus 23:12
Diga não à religião!

Veja como a Bíblia testifica a existência de Deus.
Romanos
1:19 - Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.
1:20 - Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis (imperdoáveis);
1:21 - porquanto, tendo conhecido a Deus, contudo não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes nas suas especulações se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.
1:22 - Dizendo-se sábios, tornaram-se estultos,
1:23 - e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.
1:24 - Por isso Deus os entregou, nas concupiscências de seus corações, à imundícia, para serem os seus corpos desonrados entre si;
1:25 - pois trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura antes que ao Criador, que é bendito eternamente. Amém.

Conhecer a Deus transcende a qualquer entendimento, por isso, não haja com a razão, muito menos com a emoção, senão, fatalmente você se tornará um religioso ou ateu.

Pense, reflita, discorde, exponha sua opinião.

Até o próximo post.

[]s

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.

Texto extraído do livro de Provérbios (da Bíblia), escrito pelo rei Salomão, filho de Davi.

Dentre outras coisas, o rei Salomão ficou conhecido pela sua sabedoria.

Leia cada frase (versículo) abaixo e não deixe de refletir a cada momento. Você verá o quanto valeu a pena a sua leitura e reflexão.

1:2 Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.
1:3 Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol?
1:4 Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.
1:5 Nasce o sol, e o sol se põe, e apressa-se e volta ao seu lugar de onde nasceu.
1:6 O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento, e volta fazendo os seus circuitos.
1:7 Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr.
1:8 Todas as coisas são trabalhosas; o homem não o pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir.
1:9 O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol.
1:10 Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós.
1:11 Já não há lembrança das coisas que precederam, e das coisas que hão de ser também delas não haverá lembrança, entre os que hão de vir depois.
1:12 Eu, o pregador, fui rei sobre Israel em Jerusalém.
1:13 E apliquei o meu coração a esquadrinhar, e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; esta enfadonha ocupação deu Deus aos filhos dos homens, para nela os exercitar.
1:14 Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito.
1:15 Aquilo que é torto não se pode endireitar; aquilo que falta não se pode calcular.
1:16 Falei eu com o meu coração, dizendo: Eis que eu me engrandeci, e sobrepujei em sabedoria a todos os que houve antes de mim em Jerusalém; e o meu coração contemplou abundantemente a sabedoria e o conhecimento.
1:17 E apliquei o meu coração a conhecer a sabedoria e a conhecer os desvarios e as loucuras, e vim a saber que também isto era aflição de espírito.
1:18 Porque na muita sabedoria há muito enfado; e o que aumenta em conhecimento, aumenta em dor.
2:1 DISSE eu no meu coração: Ora vem, eu te provarei com alegria; portanto goza o prazer; mas eis que também isso era vaidade.
2:2 Ao riso disse: Está doido; e da alegria: De que serve esta?
2:3 Busquei no meu coração como estimular com vinho a minha carne (regendo porém o meu coração com sabedoria), e entregar-me à loucura, até ver o que seria melhor que os filhos dos homens fizessem debaixo do céu durante o número dos dias de sua vida.
2:4 Fiz para mim obras magníficas; edifiquei para mim casas; plantei para mim vinhas.
2:5 Fiz para mim hortas e jardins, e plantei neles árvores de toda a espécie de fruto.
2:6 Fiz para mim tanques de águas, para regar com eles o bosque em que reverdeciam as árvores.
2:7 Adquiri servos e servas, e tive servos nascidos em casa; também tive grandes possessões de gados e ovelhas, mais do que todos os que houve antes de mim em Jerusalém.
2:8 Adquiri servos e servas, e tive servos nascidos em casa; também tive grandes possessões de gados e ovelhas, mais do que todos os que houve antes de mim em Jerusalém.
2:9 E fui engrandecido, e aumentei mais do que todos os que houve antes de mim em Jerusalém; perseverou também comigo a minha sabedoria.
2:10 E tudo quanto desejaram os meus olhos não lhes neguei, nem privei o meu coração de alegria alguma; mas o meu coração se alegrou por todo o meu trabalho, e esta foi a minha porção de todo o meu trabalho.
2:11 E olhei eu para todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também para o trabalho que eu, trabalhando, tinha feito, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito, e que proveito nenhum havia debaixo do sol.
2:12 Então passei a contemplar a sabedoria, e a loucura e a estultícia. Pois que fará o homem que seguir ao rei? O mesmo que outros já fizeram.
2:13 Então vi eu que a sabedoria é mais excelente do que a estultícia, quanto a luz é mais excelente do que as trevas.
2:14 Os olhos do homem sábio estão na sua cabeça, mas o louco anda em trevas; então também entendi eu que o mesmo lhes sucede a ambos.
2:15 Assim eu disse no meu coração: Como acontece ao tolo, assim me sucederá a mim; por que então busquei eu mais a sabedoria? Então disse no meu coração que também isto era vaidade.
2:16 Porque nunca haverá mais lembrança do sábio do que do tolo; porquanto de tudo, nos dias futuros, total esquecimento haverá. E como morre o sábio, assim morre o tolo!
2:17 Por isso odiei esta vida, porque a obra que se faz debaixo do sol me era penosa; sim, tudo é vaidade e aflição de espírito.
2:18 Também eu odiei todo o meu trabalho, que realizei debaixo do sol, visto que eu havia de deixá-lo ao homem que viesse depois de mim.
2:19 E quem sabe se será sábio ou tolo? Todavia, se assenhoreará de todo o meu trabalho que realizei e em que me houve sabiamente debaixo do sol; também isto é vaidade.
2:20 Então eu me volvi e entreguei o meu coração ao desespero no tocante ao trabalho, o qual realizei debaixo do sol.
2:21 Porque há homem cujo trabalho é feito com sabedoria, conhecimento, e destreza; contudo deixará o seu trabalho como porção de quem nele não trabalhou; também isto é vaidade e grande mal.
2:22 Porque, que mais tem o homem de todo o seu trabalho, e da aflição do seu coração, em que ele anda trabalhando debaixo do sol?
2:23 Porque todos os seus dias são dores, e a sua ocupação é aflição; até de noite não descansa o seu coração; também isto é vaidade.
2:24 Não há nada melhor para o homem do que comer e beber, e fazer com que sua alma goze do bem do seu trabalho. Também vi que isto vem da mão de Deus.
2:25 Pois quem pode comer, ou quem pode gozar melhor do que eu?
2:26 Porque ao homem que é bom diante dele, dá Deus sabedoria e conhecimento e alegria; mas ao pecador dá trabalho, para que ele ajunte, e amontoe, para dá-lo ao que é bom perante Deus. Também isto é vaidade e aflição de espírito.

Pense, reflita, discorde - exponha sua opinião.

Até o próximo post!

[]s

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Ensinando os filhos a mentirem

Minha formação acadêmica não tem nada a ver com a área que cuida da mente humana, principalmente a das crianças. No entanto, como pai e preocupado com o que tem sido ensinado para as crianças, resolvi abordar o tema que intitula este post.

Calma! Não é minha intenção ensinar filhos a mentirem, pelo contrário, é chamar a atenção de alguns pais e responsáveis sobre ensinos distorcidos.

Como Cristão, é inevitável que eu busque uma referência para questionar se o que penso é certo ou errado. E minha referência vem da Bíblia – a palavra de Deus.

Mesmo que você não seja um Cristão ou até mesmo não creia que Deus existe, há de concordar com uma coisa. A mentira não é boa para ninguém. Considerando que a bíblia condena a mentira, não há o que questioná-la nesse sentido, certo?

É muito comum ouvirmos que uma mentirinha aqui ou outra ali não faz mal e, em algumas situações, ela até se faz necessária.

Bem, para aqueles que crêem na bíblia, veja o que ela diz:

"Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira fala do que lhe é próprio, porque é
mentiroso, e pai da mentira". – João 8:44

Com base no texto acima, não importa o tamanho da mentira ou até mesmo o efeito que ela poderá causar, Deus indica claramente em sua palavra a quem você está obedecendo quando mente.

A propósito, uma das maiores mentiras que ouvimos no mundo é que o diabo não existe. Mas, acredite, ele existe e isso não é desculpa, é fato!

Como ensinamos nossos filhos a mentir (apenas dois exemplos):



Sobre o Natal

A verdade: Natal fala do nascimento de Jesus Cristo – o que isso representou e representa para o mundo. Jesus Cristo é o único significado do natal.

A mentira: Que papai Noel existe e que trará todos os presentes que a ele forem pedidos no natal.

O que acontecerá com as crianças que acreditam nessa estória mentirosa e aguardam os presentes que pediram e que, infelizmente, nunca receberão (do papai Noel)?

E depois, quando descobrirem que papai Noel definitivamente não existe e nunca existiu e jamais trouxe os presentes que ganharam? Enfim, que não passa(va) de uma mentira?

Sobre a Páscoa

A verdade: Historicamente, está relacionada com a saída do povo de Israel do Egito e com a morte e ressurreição de Cristo. Não está no contexto deste post discutir questões espirituais sobre esse assunto.

A mentira: Que páscoa é o coelho que trás ovos de chocolate;

Se você tem interesse em saber mais sobre a verdadeira páscoa, leia Êxodo - capítulo 12.

À medida que crescerem, as crianças que conviveram com essas estórias tomarão consciência de que tudo isso não passa(va) de mentira. Quantas delas não acharão "normal" mentir também?

Esses foram apenas dois exemplos. Mas quantos outros poderíamos listar aqui e que, por conta das chamadas “tradições”, costuma-se dizer: “Não tem nada a ver”.

Talvez muitos pais e até mesmo especialistas em crianças digam que isso faz parte do “universo lúdico da criança” e que não tem nada a ver! Tem sim, e muito.

Qual pai ou mãe acha que não tem nada a ver quando seu filho mente, seja qual for o motivo?

O mundo lúdico é criado pela imaginação – por estórias do faz de conta, não por mentiras.

Ao convivermos com tantas mentiras que classificamos como "normais", estamos criando que tipo de sociedade? Se você acha absurdo quando um político mente (ou qualquer outra pessoa), por que acha "normal" quando você mente?

Pense, reflita, discorde, exponha sua opinião!

Até o próximo post.

[]s
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